A obra, que já é polêmica por homenagear um presidente militar, virou também motivo de críticas pelo seu monumentalismo exacerbado. Quem caminha pelo parque nunca consegue ver o trabalho por inteiro, pois árvores impedem a visão e o local apresenta prédios em todo o entorno. O problema foi iniciado já que o projeto foi encomendado sem um local específico para a sua colocação. Foram cogitados a parte da Redenção em frente ao Colégio Militar (nada mais propício, diga-se de passagem) e o Parque Marinha do Brasil. Ao final o monumento recebeu um espaço no recém criado Parcão.
ArquivoPOA - A Memória de Porto Alegre
domingo, 25 de março de 2012
Monumento da Discórdia
A obra, que já é polêmica por homenagear um presidente militar, virou também motivo de críticas pelo seu monumentalismo exacerbado. Quem caminha pelo parque nunca consegue ver o trabalho por inteiro, pois árvores impedem a visão e o local apresenta prédios em todo o entorno. O problema foi iniciado já que o projeto foi encomendado sem um local específico para a sua colocação. Foram cogitados a parte da Redenção em frente ao Colégio Militar (nada mais propício, diga-se de passagem) e o Parque Marinha do Brasil. Ao final o monumento recebeu um espaço no recém criado Parcão.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
ArquivoPOA: 3 anos
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Descaracterização
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Dica: S.O.S. Monumentos
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
O Fim do Minizoo e o Vazio
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Os Primeiros Prédios do Campus Centro


Fotos retiradas do Acervo SPH.domingo, 15 de maio de 2011
O Motivo do Dilúvio
O Dilúvio é o maior riacho que corta a cidade de Porto Alegre. Por essa razão acaba transcorrendo grandes trechos urbanos. Suas águas, em décadas passadas, transbordavam com uma certa frequência, fazendo com que inundassem diversos bairros que estavam alocados em sua extensão. Por causa desta problemática que o nome pegou: Dilúvio. Tal fato só foi solucionado com a urbanização de toda a área da Avenida Ipiranga, conforme o passar dos tempos, canalizando suas correntes e transformado seus afluentes em esgotos.
Referência:
OLIVEIRA, Lizete Dias de. Porto Alegre e seus reflexos: a cidade imaginada e a cidade oficial. In: Em questão: revista da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Porto Alegre, v. 16, número especial, 2010. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/16509> . Acesso em: 15 maio 2011.






